Diamantes cultivados em laboratório versus diamantes naturais: Principais diferenças
Introdução
Nos últimos anos, os diamantes cultivados em laboratório tornaram-se extremamente populares nos setores de joias e industrial. Eles estão se tornando cada vez mais preferidos pelas pessoas devido à sua beleza, apelo ético e preço acessível. No entanto, os diamantes naturais ocupam um lugar especial no coração de muitas pessoas. Este artigo tenta mostrar as diferenças entre os diamantes naturais e os criados em laboratório. A tentativa é informar os leitores sobre as enormes diferenças para que possam fazer escolhas informadas com base em suas necessidades.
1. Origem e formação
Os diamantes naturais são formados nas profundezas da Terra sob condições extremas de pressão e calor. Eles se formam ao longo de bilhões de anos e lentamente chegam à superfície da Terra. Eles são comparados aos diamantes fabricados pelo homem, pois são formados em um laboratório usando processos conhecidos. Os dois principais processos são conhecidos como Alta Pressão e Alta Temperatura e Deposição Química de Vapor. Esses dois processos podem produzir um diamante em semanas ou meses. Enquanto os diamantes naturais têm um passado histórico, as pedras cultivadas em laboratório são produzidas com tecnologia contemporânea que visa à eficiência e à precisão.
2. Propriedades físicas e químicas
Os diamantes cultivados em laboratório e os diamantes naturais são compostos totalmente de carbono. Eles têm a mesma formação de cristal, portanto, também apresentam dureza e longevidade comparáveis. Basicamente, ambos podem resistir a arranhões e ao uso e abuso da vida cotidiana com o mesmo grau de sucesso.
Tende a haver uma diferença significativa nas características internas. Os diamantes cultivados tendem a ter menos manchas porque as condições de crescimento podem ser rigidamente controladas. Os diamantes naturais podem ter imperfeições geológicas típicas. Até mesmo os colecionadores consideram essas imperfeições como a impressão digital natural de uma pedra que passou por todas as eras. Em testes de laboratório, ambos os tipos apresentam dureza excepcional e desempenho semelhante, o que os torna igualmente adequados para uma série de aplicações, de joias a instrumentos de precisão.
3. Aparência e qualidade
Os dois tipos de diamantes são conhecidos por seu brilho. Quando se trata de cor, os diamantes cultivados em laboratório são mais versáteis. Os fabricantes podem produzir pedras totalmente incolores ou até mesmo manipular pequenas tonalidades à vontade. Os diamantes naturais desenvolvem suas cores naturalmente enquanto crescem, muitas vezes com pequenas falhas naturais.
O grau de corte e claridade geralmente é o mesmo. Os diamantes de laboratório são capazes de fornecer um nível de qualidade igual. Eles têm um processo de formação padrão, o que resulta em graus de transparência uniformes. Os diamantes naturais têm uma singularidade encantadora porque cada um deles é um produto de processos geológicos antigos. Ambos são tratados com cuidado em joias de luxo para que pareçam deslumbrantes em condições como joias da moda e anéis de noivado.
4. Implicações éticas e ambientais
O aspecto ético da produção de diamantes tornou-se uma consideração importante para a maioria dos compradores. Sabe-se que a extração tradicional de diamantes naturais inclui, em alguns casos, a destruição da terra, o uso de equipamentos e a poluição ambiental. O impacto na comunidade local e os termos de emprego também se tornaram questões preocupantes em diferentes lugares. Por esse motivo, alguns consumidores se voltaram para alternativas com bons padrões éticos.
Os diamantes cultivados em laboratório oferecem uma nova opção. Eles são cultivados em laboratórios que utilizam menos recursos e causam menos danos ao meio ambiente. Os processos empregados reduzem o uso de água, o deslocamento de terra e as emissões gerais de carbono. Para o consumidor que valoriza a sustentabilidade e as origens sem conflitos, os diamantes cultivados em laboratório são um alívio em relação às gemas de origem convencional.
5. Custo e tendências do mercado
O preço é um fator fundamental no setor de diamantes. Os preços dos diamantes de laboratório são de 20 a 40% mais baixos do que os dos diamantes naturais. Essa economia de custos não precisa necessariamente ser feita às custas da qualidade e da longevidade. Muitos consumidores acham que um diamante de laboratório oferece uma excelente relação entre beleza e custo.
As tendências do mercado refletem uma aceitação crescente dos diamantes cultivados em laboratório, especialmente em peças de joalheria. As pessoas estão adotando essas pedras para uso diário e designs de alta qualidade. Em usos industriais, a consistência e a qualidade garantida dos diamantes cultivados em laboratório também atraíram a atenção de muitos profissionais. Os diamantes naturais mantêm seu valor, principalmente nos segmentos de revenda de alto padrão, devido à sua limitação e história inerentes.
6. Identificação e certificação
Garantir a presença de qualquer diamante faz parte do processo de compra. Os gemólogos usam instrumentos avançados, como espectrômetros, para estudar o padrão de crescimento de um diamante, bem como marcadores internos. Esses instrumentos permitem a identificação permanente de diamantes feitos pelo homem e de diamantes naturais.
Os relatórios de certificação de instituições estabelecidas são úteis. Eles indicam a cor, a clareza, o corte e o peso em quilates do diamante. Para os consumidores, eles são uma garantia de controle de qualidade de que o diamante atende aos padrões do setor. A certificação desempenha um papel importante no mercado moderno de diamantes, pois garante que a procedência e a qualidade de cada pedra foram cuidadosamente verificadas. Para obter mais comparações, consulte a Stanford Advanced Materials (SAM).
Conclusão
Os diamantes sintéticos oferecem quase o mesmo tipo de beleza e desempenho que os diamantes naturais. Eles são química e fisicamente indistinguíveis. Ambos brilham com fogo, embora as pedras cultivadas em laboratório possam produzir uma qualidade mais consistente devido aos ambientes controlados. A escolha entre um diamante natural e um artificial às vezes se resume ao que cada um valoriza. O custo, a ética e o gosto pessoal são fatores a serem considerados na escolha. Se você valoriza o passado antigo por trás de um diamante natural ou a promessa de frescor das pedras criadas, qualquer uma delas é oferecida com uma beleza de tirar o fôlego e um desempenho duradouro.
Perguntas frequentes
F: Por que os diamantes criados em laboratório são mais baratos do que os diamantes naturais?
P: Os diamantes criados em laboratório são mais baratos porque a fabricação é realizada em processos controlados e requer menos recursos.
F: Como é possível separar os diamantes criados em laboratório dos diamantes naturais?
P: A espectroscopia avançada e a certificação mostram os padrões de crescimento exclusivos dos diamantes cultivados em laboratório.
F: Os diamantes cultivados em laboratório são tão duráveis quanto os diamantes naturais?
P: Ambos são feitos da mesma estrutura de carbono, com a mesma dureza e durabilidade.
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